31 de março de 2008

Orquestra de Vento em Meu Quarto

Quando um tornado toma conta, até: quebra a linha reta, pensamento firmado, corpo sadio. Nessa destruição após, indo ajeitando os porta-retratos - o que é do armário, lá; o que é do corpo, aqui. Força que suga todas as outras, antes – ando num ranger os dentes de paraíso e inferno, ambientes um. Tornado e tempestade, e as flores pré-inverno que cantam nessas noites de luz. Você canta de frente com a boca serrada, eu vou dormir. Dois sinais abertos e a corrida para envelhecer o tempo. Soa um barulho do terminal – é o convite de teu espaço pequeno à minha voz, que se reduz em mais de mim. É um tanto que representa tanto... Quem? Querendo viver o ato de incorporar essência em verbo. Introdução de música, das clássicas, apenas.
Podando o jardim, que cresceu demais.

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28 de março de 2008

Início

Deu-lhe uma vontade superior. O sentimento arrebatou o medo em extravasar a ira de uma vida inteira de paixão. Finalmente o que até então era fraco e azul, tornou-se avalanche e invadiu, inundou e fez-se imóvel na significância daquele homem. De todas as suas incertezas, havia algo único do contrário – uma ilha de sensações. Agora sim, fez-se próprio de unicidade. O homem tornou-se sonho de realidade. Perdoou os arranjos e desatinou a sentir os pulsares. Era vida nova ali. A era do é, final.
São exercícios, práticas... lirismo.
Coisa de tempo batendo. Singelo.
Exercício Lírico do que é o mim.

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