22 de abril de 2008

Aquele Coração de Nascer

De repente sem conter. Umas explosões pequenas, uns barulhinhos altos, acontecimentos tortuosos e de ordenar atenção. Vinha da roupa da alma, das frestas abertas da pele. Repetidos compartimentos nascendo às incontáveis dúzias.
Irei guardar-te em meu retentor de amor.
Calma. Novos sistemas brotando. Sistemas e calmarias. O que há de oposto em prover tantos corações? O outro espírito não cabia. De tanto eram as inconstâncias, uma casa para cada impaciência. Berço macio à fonte de variada sensatez.
Eu nino você.
Corpo pulsante, bateria. Acredita um ser inteiro coração abrigar tantos mais? O outro necessitava passarela. Pois que passasse inteiro e forte e exato, num ar de luz p'ra vida. Vestido vermelho, casa e repouso.

3 comentários:

.raphael. disse...

Singelo como as coisas que acontecem no coração e num repente há uma explosão. É um pulsa dando luz!

Belo como sempre!

Beijos!

Flavinha disse...

"Acredita um ser inteiro coração abrigar tantos mais?"

Eu acredito. ;)

Beijo, beijo, beijo; amor, amor, amor. Não necessariamente nessa ordem... :))

Livia disse...

Que orgulho tenho de ter seu sangue! prima, amiga, mulher de verdade!!!
Com um coração maravilhoso!!!
Saiba que sempre estarei ao seu lado pra qualquer coisa!!!
Amei esse texto, como todos os outros!!!
Amo vc viu prima linda?
Demaisssss!!!

Bjosss

Livia