4 de setembro de 2008

Sobre a força detrás do espontâneo


E quando fosse hora de falta
Todas as vozes, altas
Embalando tua presença em companhia
Minha, e a falta desaparecia.

Que grande surpresa nossa
Você e aquelas bossas
Eu de costas à maldade
Felicidade, o que mais nos importa?

De novo, quem diria?
Que nesse peito meu nasceria
Outro canto para alojar carinho
No endereço onde segue o teu caminho...

Foi necessidade, desvio de atenção
Três, quatro palavras trocadas
Pulsavam
Qual era mesmo a canção?

Inúmeros risos depois, lindos
Os meus versos dedicados, labirinto
Tua voz de longe aqui perto
O tempo é infinito, e o amor aberto.

6 comentários:

LindaRê disse...

Adorei...
Mas de tudo, o que mais gostei foi: O tempo é infinito, e o amor aberto.

Bjs

.raphael. disse...

:O
sem palavras!
Manda pra Maria Bethania pra ela declamar isso!? heehheeh (viajei agora)

Beijo

Leonardo Werneck disse...

Gostei do soneto!

Beijos

Isaque Viana disse...

Aqui tudo lindo.
Feito a dona.


Camarada,

beijo

Menina da Imprensa disse...

É... por aqui tudo continua igual, inspirador, com cheirinho de jasmim... Passando só pra deixar um beijo na ponta do nariz e dizer que o publicando, voltou a publicar!
Kisses

Daniel Luciano disse...

Amooor...sem comentários heim!??

Este texto, é fruto de um sentimento surpreendente,espontâneo e digo mais,puro, intenso e verdadeiro, não é???

Eu sei...estava contigo no exato momento dessa linda e admirável inspiração!!!

Que o Amor possa te dar muitas surpresas e inspirações...

Meus beijosss em você...

Amooooooo demais...