16 de dezembro de 2008

Dezena

16 de dezembro de 2008.

Não.
Não quero.
Não quero mais.
Não quero mais isso.
Não quero mais isso ficando.
Não quero mais isso ficando assim.
Não quero mais isso ficando assim fugaz.
Não quero mais isso ficando assim fugaz sempre.
Não quero mais isso ficando assim fugaz sempre maiúsculo.
Não quero mais isso ficando assim fugaz sempre maiúsculo meu.

9 comentários:

Ígor Andrade disse...

Tem certeza?

Sunflower disse...

eu vi uma árvore de Natal.Mas sem o pisca-pisca da indecisão.

beijas

R.Vinicius disse...

Ao primeiro grito do leitor dá-se a impressão da indecisão do escritor, que nas linhas se reafirma, mas escondido entre as linhas pode estar alguém a insistir e o escritor a dizer, reafirmar mil vezes. Gostei do post Patrícia.

Abraço,

R.Vinicius

Fernando Costa disse...

Aqui reintero meu apreço e carinho, admiraçao e desejo para que nesta oportunidade faça-se de amigo, aquilo a palavra amigo, voga!

Saudaçoes especias a voce minha querida e mta inspiraçao em tua vida.

Fernando Costa.

(Pati:Obrigado pela atençao hoje me dada)

Monday disse...

a gente muitas vezes começa numa boa, mas nem sempre o idioma que se fala é ouvido além da nossa boca, não?

.raphael. disse...

Que bela intervenção concreta na sua poesia viu! belo como sempre!

Beijos

Lela disse...

Como um mantra!

Felipe Rangel Prado disse...

Po esta gente escreve coisas tão pouco ortodóxas

Por favor escutem meu som:

http://www.palcomp3.com.br/feliperangel

Flávia disse...

Não quero mais isso ficando assim fugaz sempre maiúsculo meu.

Meu?

Beijos!