20 de junho de 2009

Pressa faminta

Numa ânsia fatal e incontrolável,
engoliu o sapo antes deste transformar-se em príncipe.

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13 de junho de 2009

Reconheço

Reconheço minha casa no tatear das nuvens dentro dos desenhos que descubro nessas paredes velhas, pintadas de cenas passadas. Reconheço aquele ar. Reconheço farsas. Reconheço para finalmente datar o que sempre existiu sem começar. Reconheço um seguir, sem farois, pelo som nascido de tanto desejo. Reconheço a procura em achar o que obviamente é de perda, uma fenda eleita para escapar. Reconheço porque ainda é amar e amanheço a mesma profecia.

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