22 de julho de 2009

ou seja, ou não

Ter me afogado em tanto romantismo exagerado, fora das medidas, e puro, e prolixo norteado só fez de mim um corpo mal acabado dotado de um espírito crédulo na ilusão de possibilidade dele. Há coisas e seus tantos significados funcionando apenas quando transformam-se em palavras, e estas por sua vez, conseguem, enfim, compor uma enorme complexidade de traços ora curvos, ora retos, nada além. Notei o quanto o romantismo funciona unicamente assim, nos desfiles das grafias idiomáticas, em cada corte, ponto, vírgula, descontextualizado.

Agora, novo mergulho. Fôlego, e só.

5 comentários:

Sunflower disse...

emeia-me, ontem!

Kissas

Sammyra Santana disse...

Oi, tudo bem?
Estou divulgando em meu blog a "Campanha+Promoção: Ajude Salete Maria a CORDELIRAR". concorra ao sorteio de uma linda camiseta pintada à mão!
Trata-se de uma campanha para ajudar a grande poeta Salete Maria a lançar sua coletânea de cordéis.
Dá uma passadinha lá no meu blog e, se der, participa pra dar uma força e contribuirmos pro enriquecimento cultural de nosso país!
Beijos!

.raphael. disse...

que seja!
go ahead honey! :D

"get on your boots!"

Monday disse...

exageros pontuais fazem parte do cardápio, menina bonita, mas quando o ponto se junta para formar um grande plural, talvez se chegue a um exagero futuramente indesajado ...

para isso se tem novos sóis a raiar e novas manhãs, para mergulhar de novo ...

aaluah disse...

meu romantismo só funciona em palavras