31 de julho de 2009

Pouso

Eu não sei que morada se faz meu corpo
Nestas noites de eclipse e vendaval
E não questiono a validez dos sonhos
Nem o inferno manso e doloroso
Que monto
dentro
Das bocas lúcidas, alucinação.

Mas a alma eu sei. A alma, manhã.

4 comentários:

Mai disse...

Eclipse eo breu dura horas em instantes porque noites são infinitas quando nos perdemos e desejamos luz.

Saudades Pat.
Beijos,

Lembrei de noites com sol do Venturini.

Maria Andrade Vieira disse...

tão bonito, até parece que conta um segredo. pra quem lê, cumplicidade.

Monday disse...

Manhã? Hum, que não amanheça nublado então, menina bonita ...

Isaque Viana disse...

Eu gosto tanto quando você escreve. Gosto tanto...
Foi o que a Maria disse. Parece que você está aqui, contando enquanto leio, seus segredos. E fechando os olhos isso quase vira realidade.

Pati, o elefante da saudade nem consegue mais levantar de tão grande.

Beijos!