23 de outubro de 2009

Estrangeiro

Eu nasci um estrangeiro
Em Tucuruí, em Paris,
Em Istambul, São Félix do Xingu.
Eu nasci um estrangeiro
Em qualquer lugar do mundo,
Em todos os países, morando em mim.
Eu nasci um estrangeiro
E renego o passaporte - não tenho raiz.

Vivo de partidas,
Viajo todos os destinhos:
Paro quando for feliz.

9 comentários:

Erica Maria disse...

" Vivo de partidas,
Viajo todos os destinhos:
Paro quando for feliz."


Mas isso traduz o meu momento.

Adoro seus textos!

Bjos em teu coração querida :)

Bahzinha @ disse...

Assim, se todos somos assim, todos nos somos estrageiros :)

Bjinhos*

Luana Ferraz disse...

A parada é sempre a mesma: FELICIDADE.

Um beijo.

Sujeito Oculto disse...

Você, um estrangeiro. Eu pertenço a todos os lugares.

Emerson Souza disse...

Goste bastante.

Mai disse...

Li neste poema, caminhos que percorri, lugares por onde andei e o imenso estrangeiro em mim.
Máxima-máxima.
Beijos, Pat, boa semana para ti, querida.
Fica bem.

vanessacamposrocha disse...

lindo poema!

[ rod ] ® disse...

é a plena expressão do ser único... desbravador do tempo e das circunstâncias... belo moça..bjs.

Elcio de Carvalho disse...

Simplesmente deslumbrante!!!!
Sigo os seus passos.