Eu não sei que morada se faz meu corpo
Nestas noites de eclipse e vendaval
E não questiono a validez dos sonhos
Nem o inferno manso e doloroso
Que monto
dentro
Das bocas lúcidas, alucinação.
Mas a alma eu sei. A alma, manhã.
Por onde crio o que abriga-me, por Patrícia Lage
21 horas atrás