23 de maio de 2010

Das coisas orgânicas

A morte já me fez de vítima certas vezes. E, em todas elas, eu tinha vida que sobrava, sobrava, sobrava. A morte vez por outra aparece. Mas agora me mata e eu acho graça: tiro a vida do bolso e gasto toda; nenhum troco lhe resta, nada me falta.

4 comentários:

Fabio Rocha disse...

Morte é delicioso renascimento... Bjs

.raphael. disse...

nenhum troco deve sobrar! Nunca!

beijos

Ceisa Martins disse...

De fato... nada deve virar resto!
Deve ser sempre gasto o todo, sem troco, sem volta... Só vida!

Beijos!

Ana Claudia disse...

Muito bom.