16 de maio de 2010

Toda essa relatividade escandalosa que assombra e revela no fim todas as verdades absolutas - fruto de cor e exagero no ponto certo

Peça.
Eu penso.

3 comentários:

Ígor Andrade disse...

Eu peço!

Mai disse...

Assim o poema existe.
Você sabe o que diz.
beijos, Pat.

Ceisa Martins disse...

Ok!
Vou pedir então... tá?

Beijos!

Saudades!